Prefácio da poesia: Tenho poucas poesias e, menos ainda, poesias que não jogo no lixo depois. Tenho vergonha de escrever e muita coisa escrevo, guardo ou jogo fora. Gaveta. Mas esta aí foi uma de que gostei, talvez a única em anos que tenho coragem de mostrar. Ela foi criada em um contexto - faz uns dois meses? - engraçado. Eu, na sala de espera do reitor da Federal, comendo o biscoito roubado de um coffee break e esperando meu entrevistado. Nada pra fazer, pauta pronta. Olhei pro papel em branco do bloco no meu colo e pensei: será que consigo fazer uma poesia-relâmpago? Só que tinha que ser em espanhol. Sem corrigir nada. Parida! Queria compartir.
Tu nombre
Tu nombre me acuerda
Café, deseos y resistencia
Resistí, y todavía intento
Resistir a tus encantos.
Pero cuando pienso que ahora
Estoy inmune
Tu nombre siempre me acuerda.
Carícias, besos y tu sonrisa.
Me rendí y todavía quería renderme
A tus encantos.
Pero me acuerdo
Que no eres mío, que estás lejos.
El hotel, poesía y fragilidad
Tus flaquezas y tu fuerza
Me impactó y todavía me sorprende
E intento olvidarme que existes
Y que estás lejos.
Pero tu nombre siempre
me acuerda.
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1 comentários:
Poxa, que paulada na cabeça, menina Glória! Lindo...
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